
Não sei.
Sentia que era chegada a hora de matar aquela história que vivera tão dentro...
Sim, não vivia sozinha, fato.
Sim, não vivia sozinha, fato.
Mas não poderia sair daquilo.
Era uma meia vida... como são as meias vidas... tem seu ápice e seu declínio...
Apenas outras doses levariam novamente ao ápice.
Mas decidi que não haveria outra dose.
Apenas outras doses levariam novamente ao ápice.
Mas decidi que não haveria outra dose.
Decidi que não ouviria mais o telefone tocar.
Negaria a voz dizendo linda, dizendo amor, dizendo depois de 3 cervejas um EU TE AMO tímido que por motivo desconhecido me fazia acreditar.
Negaria a voz dizendo linda, dizendo amor, dizendo depois de 3 cervejas um EU TE AMO tímido que por motivo desconhecido me fazia acreditar.
Nunca acreditei em "eu te amos" com tanta facilidade...
Mas aquele...
AI AQUELE.
Era de dentro.
Mas precisava morrer.
E era óbvio que quanto mais jovem ele fosse, mais vida eu teria após sua partida.
Foi como disse à Dra.Ellen, feliz eu ja estava pelo fato de ter sentido tão forte aquela paz...
acho que finalmente conheci o sabor de sentir AMOR... aquele com qual sonhava, aquele calmo, que não pede nada em troca, que não cobra, não implora...
Aquele que me fez viajar com a idéia fixa de que se o mundo todo pudesse simultâneamente senti-lo, a PAZ estaria instalada e não haveria mais nenhum espaço para desequilíbrios e tragédias... e talvez o mundo se tingisse em um tom claro de azul... ou de lilás...
Aquele que me fez viajar com a idéia fixa de que se o mundo todo pudesse simultâneamente senti-lo, a PAZ estaria instalada e não haveria mais nenhum espaço para desequilíbrios e tragédias... e talvez o mundo se tingisse em um tom claro de azul... ou de lilás...
MAS AGORA ERA PRECISO PENSAR...
E PENSANDO ERA PRECISO REALMENTE MATÁ-LO.
Assim seja.
Um comentário:
Pois foi – que eu escrevi os outros versos, que eu achava, dos verdadeiros assuntos, meus e seus, todos sentidos por mim, de minha saudade
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