sábado, 31 de dezembro de 2011

domingo, 18 de dezembro de 2011

Por trás de ti, um nome, um sobrenome e muito carinho...



Que difícil...
Falar de culpas é sempre tão penoso.


Gostaria de arrancar de você isto que te faz tão mal e que de alguma forma fui eu quem plantei.
Não dá pra desculpar-me ou dizer que não foi a intenção, sempre que nos envolvemos com alguém o maior risco é que dali nasça um sentimento...
Eu evito NÃO VOCÊ, mas o que sente.
Todas as táticas que uma pessoa pode usar para fazer com que outra a esqueça já foram usadas.
Não consigo ainda enxergar onde fiz bem, só vejo motivos para que não me amasse.

Mas amor não é uma escolha.

Repito:

Saiba que não é de você que fujo, mas sim, do que causei em você... do mal que sinto ter feito.

Agradeceria seu amor se pudesse retribuí-lo, porque amor com amor se paga, mas como não é uma escolha, eu peço apenas para que fique bem e encontre uma retribuição "maior do mundo" para o que está aí dentro.

Aquela menina de lata que você conheceu, continua uma menina feliz, mesmo que esteja tudo desmoronando o sorriso está sempre aqui comigo, a ternura é a mesma e a vontade de vencer também...
Mas encontrei um abridor de latas e quero que você me arranque daí e encontre também um abridor de latas, é o mínimo que a gente merece.

Com carinho.



Não crie teorias a respeito de nós...



Parece exagero, mas é que você... pôxa vida... só você conseguiu pular o muro de dificuldades que levantei em volta de mim quando as palavras dor, saudade, ausência, falta e despedida fizeram de mim uma menina de lata. Você e seus cabelos escuros, seu abraço com cheiro de confiança, seus sorrisos únicos e nada comerciais. Eu, menina com os pés no chão e sem teto, decidi que vou levar um choque térmico, atravessando bruscamente pro lado quente da calçada. Conto contigo. Então, vem rápido, que a vida é agora e a gente precisa DE NÓS para seguir...

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Protegi seu nome por amor...



Pega no meu queixo e diz que não sou só eu que sinto medo aqui. Faça alguma coisa ruim, qualquer coisa que me impeça imediatamente de sentir esse amor absurdo por você. Estou nas suas mãos e isso não é uma metáfora. Porque eu já não sei mais nada. Parece que sou mesmo seu foco de vida, mas também pode ser que você ande apenas distraída do resto do mundo. Ou, vai que você tá mesmo certa, as coisas são assim mesmo, o amor invade pela boca enquanto a gente se olha e fica rindo.