segunda-feira, 25 de abril de 2011

Eu te sorvo extremada à luz do amanhecer.



Como cobrir-te de pássaros e plumas
E ao mesmo tempo te dizer adeus
Porque imperfeito és carne e perecível
E o que eu desejo é luz e imaterial.

Que canto há de cantar o indefinível?
O toque sem tocar, o olhar sem ver
A alma, amor, entrelaçada dos indescritíveis.

2 comentários:

Lg. disse...

Como cobrir-te de pássaros e plumas e ao mesmo tempo te dizer adeus?

Pensatriz disse...

Olha, benzinho, cuidado
Com o seu resfriado
Não pegue sereno
Não tome gelado
O gim é um veneno
Cuidado, benzinho
Não beba demais
Se guarde para mim
A ausência é um sofrimento
E se tiver um momento
Me escreva um carinho...

E leia-se:
Até breve.