quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Leve como leve pluma...


Eu não vou gostar de você porque sua cara é bonita
O amor é mais que isso
O amor talvez seja uma música que eu gostei e botei numa fita
Eu não vou gostar de você porque você acredita
O amor é mais que isso
O amor talvez seja uma coisa que até nem sei se precisa ser dita

sábado, 26 de janeiro de 2008

Medo do escuro...


Fique mais
Que eu gostei de ter você
Não vou mais querer ninguém
Agora que sei quem me faz bem...
Não me deixe só
Que eu saio na capoeira
Sou perigosa
Sou macumbeira
Eu sou de paz
Eu sou do bem
Mas...

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Cheers!


Se perdeu, procure
Se é seu, segure
Se tá mal, se cure
Se é verdade, jure
Quer saber, apure
...

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Mas o alvo, na certa, não te espera.


Eu grito por liberdade, você deixa a porta se fechar
Eu quero saber a verdade, e você se preocupa em não se machucar
Eu corro todos os riscos, você diz que não tem mais vontade
Eu me ofereço inteiro, e você se satisfaz com metade.

domingo, 20 de janeiro de 2008

De malas prontas...


Ama-me enquanto desejares,

mas não nos esqueça.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

E a palavra que me cura ninguém vai dizer...


Quem sabe o que se dá em mim?
Quem sabe o que será de nós?
O tempo que antecipa o fim
Também desata os nós
Quem sabe soletrar adeus
Sem lágrimas, nenhuma dor
Os pássaros atrás do sol
As dunas de poeira
O céu de anil no pólo sul
Há dinamite no paiol
Não há limite no anormal
É que nem sempre o amor
É tão azul

domingo, 6 de janeiro de 2008

Tempo cinza, instante perfeito!


"Uma garota me dando a mão
E me conduzindo pra fora do deserto
Pra longe da guerra
Me enchendo de fé & as melhores intenções

Então o monstro já não estava mais embaixo da cama
Todas as ameaças subiram pro sótão
E a gente nunca mais entrou lá
Ficamos tomando refrigerante
e rindo de toda apreensão

Quando percebi que não seria possível escapar
Quando me percebi desarmada e absolutamente assustada
Me flagrei tímidamente emocionada ao seu lado
Não me dando ao trabalho de reivindicar meu mundo da janela do ônibus
Depois de você
Não tenho mais o direito de me sentir sozinha..."


Amo intensamente!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Onde vão as águas deste rio? Eu não sei.


Eu ouvi tuas confissões, e nada mais pude achar senão belas,
Eu vesti o teu avesso, atravessei-te na mão contrária,
Encontrei-me com seus desacertos, suas contradições,
e me acometi de um inesperado encanto.
É tua a minha intensidade. Me sentes?
Inolvidáveis as cores que vi somente em teu mundo,
O teu corpo intercalado ao meu,
Confuso, uno, um.
E no entanto, será que algum dia esteve lá?