segunda-feira, 6 de agosto de 2012

A menina que só queria abraçar o mundo...



Dessa vez é diferente.Adeus expectativas, adeus sonhos perfeitos, quero viver do real, do palpável, quero planos possíveis, quero pessoas que se permitam arriscar, me dar a mão, viver o que ainda não foi escrito, inventar.
Quero abraçar o mundo bem apertado, não o mundo que você vê, o mundo inteiro, o MEU MUNDO.

Te convidei para dividir este mundo, recusou.
Ele diminuiu.
Ele involuiu.
Ele sangrou.

Mas amar é reconstrução...
Amar é ser rebelde, é mudar conceitos.
Amor não é só poesia e refrão, amor é ritmo, é pausa e muito desafino.
"Eu quero um amor tranquilo, com sabor de fruta mordida"
Eu que tantas vezes ri do tédio que era ler essa frase...
Ah! Cazuza, sempre soube de tudo!
Paixão é realmente para os fracos.
Amor não tem glamour de almas gêmeas, nem borboletas no estômago, realidade...
Nada de filme, de novela ou seriado...
Adeus expectativas...
Adeus declarações, adeus luzes de velas...
Seja bem vindo amor real, quero alguém que divide o chão comigo, alguém que me traga fôlego, dormir abraçada sem susto, poder acordar e saber que aconteça o que acontecer as coisas estarão no lugar, sem montanha russa...

não existe nada mais contestador que amar uma pessoa só...
E você que sabe bem que á a única pessoa que amei na vida...
À você eu desejo a felicidade do mundo inteiro e paz, muita paz nesse coração de criança...
Repito o que te disse esses dias: "você é o único ser adulto, com ingenuidade infantil que já conheci nessa vida"...
E ao resto do mundo:

Olá! Estou tentando retomar minhas rédeas...

Vida: Conjunto vazio...

Estou achando tão difícil me expressar. Fico olhando pra tela em branco com ar de boba. E NADA. Nenhuma frase coerente. NADA. E no meio das inúmeras tentativas em que eu tento – em vão – escrever, me antecipa aquela saudade esquisita, que não vai embora nunca... E a saudade fica martelando na minha cabeça, me dá uma espécie de aperto no peito e eu fico rindo e imaginando que, com certeza, se você estivesse aqui, você diria que era melhor eu consultar um médico ou coisa parecida. Mas você não está aqui. E a tela vazia me desafia e eu digito três ou quatro letras aleatórias para passar o tempo e depois aperto o backspace rápido e sumo com tudo. Como se a sensação que eu sinto pudesse sumir feito mágica. Mas, não. Para a saudade não existe backspace. Não existe delete, não existe tecla para trazer a presença. Só existe você, de longe, me deixando aqui: muda. Literalmente sem palavra. Sem espaço. Sem texto.