sexta-feira, 30 de março de 2007


VOCÊ NÃO VÊ?
FALO LOUCURAS, DISPO MINHAS VERGONHAS

VOCÊ NÃO SENTE O SINAL?

ESTOU COM MEDO
SE ASSUSTE COMIGO
COM ESSE MEU JEITO
SAIA E BATA A PORTA
ME DEIXE AQUI SOZINHA
EU E MEUS MEDOS...
ABRA OS OLHOS E VEJA
VEJA QUE SOU ASSIM SUJA
SEM VERGONHA
ENTÃO, VÁ EMBORA...

NÃO TROQUE A CERTA
PELA DUVIDOSA
JÁ VIVI DEMAIS, ERREI DEMAIS

EU TENHO MEDO
DESSA SUA VIDA
DESSE SEU AMOR
SE ASSUSTE COMIGO

2 comentários:

SeMfaNtaSia disse...

Perca-se comigo!
Também tenho medo dessa minha vida,
desse meu amor...
Perca-se comigo!

Mr. Tambourine Man disse...

PENSO, LOGO EXISTO

Este é o princípio fundamental de toda a certeza racionalista. Para chegar ao 'penso, logo existo', Descartes utilizou-se da dúvida radical ou hiperbólica. Ele duvidou inicialmente de suas sensações como forma de conhecer o mundo, pois as sensações enganam sempre, duvidou posteriormente da realidade externa e da realidade dos seu corpo como forma de comprovar que o conhecimento certo, através do argumento do sonho, duvidou da certeza advindas das entidades matemáticas, através do argumento do gênio maligno, mas não teve como duvidar que estava duvidando. Eis aí a primeira certeza: duvido, logo existo, mas duvidar é um modo de pensar, então: 'Penso, logo existo.', que significa: penso, logo tenho consciência de mim mesmo, ou penso, logo sei, ou penso, logo tenho consciência, ou penso, logo sei algo certo.