
To pensando em me jogar de cima da pedra mais alta
E nos esquecemos da cor que tinha o céu, assim
Tende piedade dos pecadinhos
Como a saudade
Insensíveis e os que sentem demais
Ou uma frase perdida
Entre o hoje e o amanhã
Vou mergulhar, talvez bater cabeça no fundo
Eu que vivo na flauta
Quero você inteira e minha metade de volta
Durma, Medo Meu
Vou dar braçadas remar todos mares do mundo
Que de tão pequenininhos não fazem mal a ninguém
Divididos entre profundos e superficiais
Quero a música rara o som doce choroso da flauta
Cordeiro de Deus que tirai os pecados do mundo
Vivo tão pianinho
Estamos divididos
Vou virar astronauta
O que já foi e o que ainda virá
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