quarta-feira, 27 de julho de 2011

Em uma palavra: NECESSÁRIA...




Atrás das janelas, retomo esse momento de mel e sangue que Deus colocou com tanta delicadeza frente aos meus olhos, há tempo incapazes de ver uma possibilidade de amor. Curvo a cabeça, agradecida. E se estendo a mão, no meio da poeira de dentro de mim, posso tocar também em outra coisa. Essa pequena epifania. Com corpo e face. Que recomponho devagar, traço a traço, quando estou só e tenho medo. Sorrio, então. E quase paro de sentir fome...

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