domingo, 5 de junho de 2011

Só o que está morto não muda.



O amor não acaba. O amor apenas sai do centro das nossas atenções. O tempo desenvolve nossas defesas, nos oferece outras possibilidades e a gente avança porque é da natureza humana avançar. Não é o sentimento que se esgota, somos nós que ficamos esgotados de sofrer, ou esgotados de esperar, ou esgotados da mesmice. Paixão termina, amor não. Amor é aquilo que a gente deixa ocupar todos os nossos espaços, enquanto for bem-vindo, e que transferimos para o quartinho dos fundos quando não funciona mais, mas que nunca expulsamos definitivamente de casa.

Um comentário:

Anônimo disse...

Valeu a pena cada segundo de esforço mental não remunerado pra tentar lembrar o nome do blog! Menina atriz poetiza encantadora pensante, sorte dos que te têm nos braços; sorte dos que um dia vão ler o blog e pensar "é pra mim"; sorte dos que vão poder te mimar e dar todo o carinho que você merece; sorte dos que podem usufruir de todas as faculdades mentais íntegras que vc possui; azar dos que nao dão seus braços, dos que não vão poder pensar por não ter cerebro, dos que não mimam a altura e dos que,por medo, não vão poder usufruir da sua ótima sanidade mental e do seu jeito extremamente cativante! trouxa são os que não mudam...os que têm medo... os que,como vc disse, nao avançam, nem mesmo quando a cabeça e o corpo pedem por isso! o meu ja pede tem tempo...só me falta óculos adequados pra melhorar enxergar e ter a certeza dessa necessidade!

ass: se for pra ser, não preciso nem dizer!