quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

E a palavra que me cura ninguém vai dizer...


Quem sabe o que se dá em mim?
Quem sabe o que será de nós?
O tempo que antecipa o fim
Também desata os nós
Quem sabe soletrar adeus
Sem lágrimas, nenhuma dor
Os pássaros atrás do sol
As dunas de poeira
O céu de anil no pólo sul
Há dinamite no paiol
Não há limite no anormal
É que nem sempre o amor
É tão azul

Um comentário:

Anônimo disse...

é, nem sempre é tudo tão azul.
e mesmo sabendo disso, a gente insiste em se enganar...